A Natura foi buscar no colorido das fitas a inspiração para a coleção de maquiagem Natura Aquarela.
A vibração da Dança de Fitas, bastante tradicional no sul do nosso País, a Festa de Reis, o Bumba Meu Boi e tantos outros festejos realizados pelo Brasil afora, que carregam um forte elemento cultural, herança de nossos colonizadores, serviram de fonte para essa coleção.
Composta por dois quartetos de sombras e quatro tonalidades de gloss, ela combina pigmentos especiais nunca usados nesse produto. Sua proposta é uma maquiagem leve, que pode ser casual ou mais elaborada, a partir de cores e texturas capazes de valorizar ainda mais a diversidade da mulher brasileira.
Acompanhe a seguir o passo a passo do make criado por Marcos Costa para a Revista Natura Ciclo 03 e encante-se com o resultado. A partir dele, o maquiador mostra como podemos criar um look incrível com poucos produtos.
Aplique uma pequena quantidade da Base Líquida em todo o rosto.
Use as pontas dos dedos para garantir uma cobertura leve e uniforme.
Em seguida, passe o Pó Facial com a ajuda de um aplicador próprio.
Inicie a maquiagem aplicando a cor azul do
Quarteto de Sombras Cor 1 no canto externo dos olhos.
Use um aplicador próprio.
Em seguida, aplique o tom verde escuro do mesmo
Quarteto no canto interno da pálpebra, criando um contraste.
Próximo à sobrancelha e aos cílios inferiores,
aplique o tom de verde mais claro para dar brilho ao olhar.
Finalize os olhos passando uma leve camada da Máscara para Cílios,
mas apenas nos cílios superiores.
Nos lábios, passe o Gloss Labial Espiral Cor 1,
que combina a delicadeza do rosa com o branco perolado.
Por fim, aplique uma leve camada de Blush nas maçãs do rosto.
O resultado é um look leve, em cores vibrantes e atemporais.
Que lembram as fitas brasileiras e toda a beleza do nosso País.
Na maquiagem criada para a estudante e modelo Maísa Fávero, de 18 anos, foram usados os seguintes produtos de Natura Aquarela Fitas: Base Líquida FPS 8 Cor 20; Pó Compacto Cor 40; Quarteto de Sombras Fitas Cor 1; Máscara para Cílios Preta; Gloss Labial Espiral Cor 1 e Blush Cor 4.
Fonte: Natura
Quando se fala em algodão, logo vêm à nossa mente sensações deliciosas, como conforto e maciez. Muitas vezes, quem veste uma peça feita com tecido 100% algodão tem a impressão de estar usando nada, tamanha é a delicadeza da fibra. Símbolo universal de suavidade, o tecido de algodão permite também a correta transpiração da pele, o que o torna mais indicado para compor o guarda-roupa nos dias quentes de verão.
Para completar, apesar da aparente fragilidade, a fibra têxtil do algodão apresenta excelente resistência e durabilidade e, por isso, é, de longe, a mais consumida no planeta. Tanto é verdade que a produção mundial de algodão, incluindo fibra e caroço, chega a 25 mil toneladas por ano. E todo mundo faz a sua parte para manter os números elevados, afinal quem não tem pelo menos uma camiseta básica de algodão em casa?
Com tantos méritos e benefícios, que outra planta poderia resumir tão bem as características da nova versão de produtos para hidratação da linha Natura Tododia? Conheça, a seguir, um pouco mais da história deste ativo tão presente em nossas vidas.
Origem remota
Algodão é o nome dado à delicada fibra que envolve a semente do algodoeiro. Trata-se de uma planta do gênero Gossypium, da família das malváceas, cujas primeiras referências históricas datam de muitos séculos antes de Cristo. Alguns vestígios de tela e de cordão de algodão com mais de 5 mil anos foram descobertos em escavações no sítio arqueológico Mohenjo-Daro, no Paquistão.
A Índia é tida como centro de origem do algodoeiro, embora existam espécies identificadas na mesma época em outras regiões, como no Peru. As múmias incas, por exemplo, eram envolvidas por tiras de algodão cru juntamente com seus objetos pessoais. Aliás, foi com esse povo milenar que o artesanato têxtil ganhou destaque. Amostras de tecidos de algodão deixadas pelos incas chamam a atenção pela beleza das cores e perfeição das tramas. Mas foi só no século XVIII, com a invenção da máquina de fiar e do tear mecânico, que a utilização do algodão na indústria têxtil ganhou impulso.
No Brasil, os indígenas já cultivavam o algodão e o transformavam em fios e tecidos à época do descobrimento. Atualmente, o país está entre os 10 maiores produtores mundiais, com destaque para os Estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Bahia. Os brasileiros têm se destacado também na produção de algodão colorido, um tipo de matéria-prima ecologicamente correta e socialmente mais justa porque evita o tingimento artificial e envolve um grande número de trabalhadores na cadeia produtiva.
Versatilidade
A fibra é o produto mais nobre do algodoeiro, mas nem só dela vive a planta. A mais importante das matérias-primas têxteis é também uma das plantas de aproveitamento mais completo que existem. Essa característica a tornou conhecida como “boi vegetal”, pois do algodoeiro tudo tem utilidade. Da semente, por exemplo, são extraídos óleos comestíveis e o terceiro insumo mais utilizado pela indústria de biocombustível.
Até a penugem, curta e leve que fica presa aos caroços, pode ser usada como estofo de travesseiros e almofadas, e também em composições mistas para a fabricação de papel e plástico. Além da fibra e do óleo, a planta, rica em proteína, pode ser usada como suplemento na alimentação animal e é citada por suas qualidades fitoterápicas no tratamento de problemas do aparelho reprodutor feminino.
Suave inspiração
Apesar de toda a versatilidade da planta, foram mesmo o conforto e a maciez da fibra do algodão que inspiraram o nome e o conceito da nova família de produtos de Natura Tododia.
Natura Tododia Algodão traz produtos com o tradicional “cheirinho de creme”, que ganhou a exclusividade de notas florais de conforto e notas cremosas de suavidade. Hidratação diária de forma intensiva, que traz a maciez e o conforto do algodão para a sua pele.
Fonte: Natura
Aproveite o lançamento de Natura Tododia Algodão, veja em Ciclo 03/2010 – Novidades e Lançamentos

